13/02/2025![]() Dezenas de policiais estão nas ruas de São Paulo nesta manhã em busca de Emílio de Carlos Gongorra Castilho, conhecido como Cigarreiro. Além do mandado de prisão, os agentes cumprem mais de 20 mandados de busca e apreensão. Todos os endereços estão relacionados ao homem apontado como o mandante do assassinato do empresário Vinícius Gritzbach. Conforme as investigações, o criminoso faz parte do núcleo do PCC que tinha relação direta com Anselmo Santa Fausta, outro traficante de alta patente da quadrilha, morto a tiros em dezembro de 2.021. Vinícius Gritzbach foi preso, acusado do assassinato de Santa Fausta. O empresário teria investido em criptomoedas o dinheiro de Santa Fausta e de Cigarreiro, procurado pela polícia hoje. O negócio teria dado errado, e Gritzbach passou a ser cobrado. A dívida dele ultrapassava 100 milhões de reais. Gritzbach chegou a ser sequestrado e levado ao tribunal do crime. Segundo a polícia, o mandante do assassinato do empresário participou do “julgamento” de Gritzbach em 2.022. Ele conseguiu escapar da morte ao prometer devolver o dinheiro, o que nunca aconteceu. A força-tarefa da polícia quer agora descobrir quanto Cigarreiro pagou para que policiais militares da ativa executassem o delator do PCC. Dois policiais militares identificados como atiradores já foram presos: o cabo Denis Martins e o soldado Ruan Silva Rodrigues. O motorista do carro que teria levado os dois até o local, o tenente Fernando Genauro, também está detido no presídio militar Romão Gomes. Os advogados Renato Soares do Nascimento e Mauro da Costa Ribas Junior, que defendem os três PMs, afirmam que seus clientes são inocentes e que, no processo penal, apresentarão provas documentais e testemunhais. Redação com R-7 / Imagem: Reprodução redes sociais |