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Adélio Bispo de Oliveira, autor do ataque a faca contra o então candidato Jair Bolsonaro em 2018, afirmou a peritos que teria a intenção de concorrer à Presidência da República em 2026. Segundo o laudo, ele chegou a citar os jornalistas William Bonner e Patrícia Poeta como possíveis vices, alegando confiar na credibilidade dos apresentadores.Os peritos responsáveis pela avaliação médica, no entanto, classificaram as declarações como delírios, destacando que o conteúdo revela um claro distanciamento da realidade. O documento aponta a presença de transtornos mentais graves, incompatíveis com a capacidade civil plena.De acordo com os especialistas, Adélio não reúne condições psíquicas para responder por seus atos de forma consciente, o que reforça a n.

O PT realiza nesta segunda-feira (2) uma reunião estratégica para definir seus palanques estaduais nas eleições. O encontro será conduzido pelo presidente nacional do partido, Edinho Silva, e pelo deputado José Guimarães, que coordena o grupo de trabalho eleitoral (GTE).A meta central é trabalhar para garantir a reeleição de Lula. A partir da análise do cenário nos 26 estados e no Distrito Federal, a cúpula partidária pretende sair com um mapa eleitoral que servirá de base para decisões finais do presidente, incluindo a escolha entre candidaturas próprias ou alianças com outros partidos.Hoje, o PT trabalha com a projeção de 20 candidaturas ao Senado e de 10 a 15 candidatos a governador da própria legenda.Os estados já governados pelo partido — Bahi.



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O tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, vai passar à reserva remunerada do Exército a partir deste domingo, 1º de fevereiro. O pedido de saída da ativa foi aprovado pelo comandante da Força, Tomás Miguel Paiva, segundo comunicado do Centro de Comunicação Social do Exército.Cid ganhou notoriedade por sua delação no processo que investigou a suposta tentativa de golpe de Estado entre 2022 e 2023. Em setembro, a Primeira Turma do STF o condenou a dois anos de prisão em regime aberto, junto com Bolsonaro, por cinco crimes: organização criminosa, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado e deterioração do patrimônio tombado.O ministro Alexandre de Moraes deixou claro que a delação.

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