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O vereador Olimpio Oliveira cobrou à gestão do prefeito de Campina Grande,Bruno Cunha Lima, o cumprimento do que foi estabelecido no Plano Diretor do Município durante as alterações produzidas na norma em 2025 e que estão em vigor, a exemplo da emenda que concedeu prazo de um ano para o Poder Executivo apresentar o projeto de rotas acessíveis voltadas a pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e idosos.“Já tem mais de um ano e seis meses desde que o Plano Diretor foi publicado e até agora o projeto das rotas acessíveis não foi encaminhado para votação”, explicou. “Constatamos que o Plano Diretor segue o mesmo caminho de outros planos que são lançados em Campina Grande e encontram o caminho da gaveta”, lamentou Olimpio.Além da emenda sobre as ro.
O Sistema FIEPB vai ampliar sua presença no Litoral Norte da Paraíba com a implantação de um complexo de unidades do SESI e do SENAI, em Mamanguape. Na última sexta-feira (14), o presidente da Federação, Cassiano Pereira, esteve no município, acompanhado de presidentes de sindicatos, empresários e lideranças da região, para conhecer o espaço onde será construída a nova estrutura.A agenda reuniu representantes de diferentes segmentos da indústria e do setor produtivo, entre eles os presidentes de sindicatos Magno Rossi (Sindtêxtil/PB), Guilherme Estrela (Sindseg/PB), Edmundo Barbosa (Sindálcool/PB), Eduardo Ribeiro Coutinho (Sindaçúcar/PB) e Múcio Carlos Lins (Sindbebidas/PB). Também participaram o vice-presidente do Sindaçúcar/PB, Ariano Fernandes;.
O missionário R.R. Soares, fundador da Igreja Internacional da Graça de Deus, consolidou um movimento inédito ao lançar cinco filhos para cargos eletivos no cenário político nacional. A estratégia familiar supera a representatividade de nomes tradicionais da política, como o ex-presidente Jair Bolsonaro, e visa expandir a influência evangélica nos legislativos estadual e federal.Com candidaturas divididas estrategicamente entre São Paulo e Rio de Janeiro, R. R. Soares aposta na base de fiéis e na presença televisa para garantir mandatos. As candidaturas já estão alinhadas com partidos de centro-direita para a disputa eleitoral.A presença dos familiares do religioso na política não é recente, mas ganha proporções inéditas com a entrada simultânea de.
A Polícia Federal levou mais de sete meses para enviar ao ministro André Mendonça os dados das quebras de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).A demora teria sido um dos motivos para o atrito entre a polícia e Mendonça, que é relator dos inquéritos do INSS e do Banco Master.O magistrado determinou a derrubada dos sigilos fiscais, bancários e telemáticos do primogênito do chefe do Executivo em dezembro do ano passado, no âmbito da investigação sobre desvios de aposentados e pensionistas.Diante da demora para encaminhar o resultado das diligências e devido a outras decisões da PF que incomodaram Mendonça, como a troca da coordenação da PF responsável pela apuração do INSS, o mi.
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Os ministros Flávio Dino e Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), defenderam nesta terça-feira (18) que a Côrte volte a discutir a obrigatoriedade de diploma para o exercício da profissão de jornalista. A exigência foi derrubada pelo STF em 2009.As declarações ocorreram durante julgamento na Primeira Turma sobre o direito de resposta concedido a uma clínica médica denunciada por reportagem exibida pela TV Globo sobre denúncias de abusos sexuais.Ao devolver pedido de vista no processo, Dino afirmou que a decisão de 2009 tornou mais complexo o debate sobre as garantias asseguradas à imprensa, especialmente diante do crescimento das redes sociais.O ministro disse respeitar o entendimento firmado pelo tribunal, mas defendeu que o tema.
Dados obtidos via Lei de Acesso à Informação (LAI) revelam que o empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, visitou o Palácio do Planalto pelo menos 18 vezes entre junho de 2023 e janeiro de 2025. As entradas, distribuídas em 15 dias, somam mais de 23 horas de permanência no local. Os registros do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) ganharam peso após a Polícia Federal (PF) abrir inquéritos para apurar possíveis crimes de corrupção e tráfico de influência envolvendo o filho mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.Mensagens interceptadas pela PF indicam que Lulinha mantinha encontros com intees do alto escalão do governo e orientava os negócios da lobista Roberta Luchsinger. Segundo os investigadores, empresários contratav.
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