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paulojornalista@uol.com.br

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O presidente da Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (FIEPB) e da Associação Nordeste Forte, Cassiano Pereira, participou, em Brasília, de um evento promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), que marcou o início da construção da 32ª edição da Agenda Legislativa da Indústria. O documento é o principal instrumento de representação dos interesses do setor industrial brasileiro junto ao Congresso Nacional. De acordo com o presidente, a Agenda Legislativa da Indústria é um instrumento fundamental para articular as demandas do setor, contribuir para a melhoria do ambiente de negócios e fortalecer o diálogo entre a indústria e o Poder Legislativo"A consolidação de uma agenda forte para 2027 é indispensável. Não se trata apenas.



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A Petrobras elevou neste domingo (1º) em 7,2% o preço do querosene de aviação (QAV) vendido às distribuidoras . O aumento representa acréscimo de 45 centavos por litro em relação ao valor praticado em outubro.Segundo a estatal, o reajuste acompanha a elevação das cotações internacionais do combustível, influenciada pelas tensões no Oriente Médio e pela redução da capacidade de refino na Rússia e na Ucrânia, em consequência da guerra entre os dois países.O preço do QAV comercializado pela Petrobras é atualizado mensalmente, no início de cada mês. A política de reajustes considera as variações do dólar e dos preços do petróleo no mercado internacional.Redação com Agências  /  Imagens: Reprodução youTube e Agência Brasil.

O Brasil poderá ter uma das maiores alíquotas de impostos sobre o consumo do mundo com a implementação da Reforma Tributária. A taxa padrão do novo sistema pode ultrapassar 30%, superando os percentuais praticados em países ricos, como Hungria, Finlândia e Dinamarca, segundo levantamento divulgado.A projeção coloca o Brasil acima de todos os países da comparação feita com dados da Tax Foundation, uma organização independente fundada em 1937 nos EUA que coleta dados e publica pesquisas de política fiscal.No ranking, a Hungria aparece na segunda posição, com alíquota de 27%, seguida por Finlândia (25,5%) e Dinamarca, Noruega e Suécia, todas com 25%. Outros países europeus também apresentam taxas elevadas, mas inferiores à projeção brasileira. Estônia.

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