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Estudantes de diferentes regiões do Brasil protagonizaram, nesta quinta-feira (8), uma série de manifestações em defesa da reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e contra a candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL). Os atos reuniram milhares de pessoas em universidades, praças e ruas de capitais e cidades do interior, consolidando uma mobilização nacional que pretende ganhar ainda mais força até o segundo turno das eleições, marcado para 25 de outubro.A movimentação, que começou logo após o resultado do primeiro turno, tem como principais bandeiras a defesa da democracia, da universidade pública, dos investimentos em ciência e educação e dos direitos trabalhistas. Nesta sexta-feira (9), novas manifestações estão previstas em.



A sede da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) em Brasília passou a receber uma sequência de lideranças políticas após o resultado do 1º turno da eleição presidencial. Segundo a colunista Letícia Casado, do site UOL, o local vive um clima de transição de governo, com reuniões e anúncios de apoio ao senador.O cenário contrasta com o início da campanha, quando o PL não conseguiu fechar alianças e lançou uma chapa formada apenas por intees do próprio partido. Agora, União Brasil, PP, Republicanos, Podemos e Novo declararam apoio a Flávio, assim como os ex-presidenciáveis Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Augusto Cury.A Frente Parlamentar da Agricultura também anunciou apoio ao senador e deverá indicar o ministro da Agricultura em um eventual governo. O m.

Daniel Vorcaro encomendou um ataque hacker em janeiro, quando estava em prisão domiciliar em São Paulo, para impedir a Polícia Federal de acessar informações de seu celular.Ele pediu a Thiago Miranda, seu emissário em negócios no ramo da comunicação, que invadisse o iCloud, sistema de armazenamento de dados em nuvem da Apple, para apagar informações do dispositivo apreendido.As informações foram publicadas pela revista Piauí. O relato sobre o ataque cibernético foi detalhado por Thiago Santos, profissional que ajudou a operacionalizá-lo, à PF.A reportagem procurou a defesa de Vorcaro e de Thiago Miranda, e o espaço para resposta segue aberto.Na época, a força-tarefa da Operação Compliance Zero já estava com o aparelho há dois meses. A inclusão de d.

Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 52% dos votos válidos, contra 48% de Lula (PT), na primeira pesquisa Datafolha após o primeiro turno. A vantagem numérica é de quatro pontos percentuais.Nos votos totais, Flávio tem 49% e Lula, 45%. Outros 5% dizem que votarão em branco ou nulo, enquanto 1% está indeciso. O cálculo dos votos válidos exclui esses grupos.O levantamento também mostra que 46% dos eleitores que votaram em Augusto Cury, Renan Santos, Ronaldo Caiado e Romeu Zema no primeiro turno pretendem votar em Flávio. Lula recebe 32% nesse grupo, enquanto 15% optam por branco ou nulo.Encomendada pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo, a pesquisa ouviu 2.520 eleitores em 153 municípios nos dias 6 e 7 de outubro. O levantamento está registrado no TSE so.

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A primeira-dama Janja Lula da Silva publicou um vídeo nas redes sociais com uma série de acusações contra Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência no segundo turno. As declarações foram rebatidas pelo PL.Janja afirmou que Flávio acabaria com o Farmácia Popular, “enterraria” a proposta de fim da escala 6×1 e “destruiria” direitos das mulheres. Também disse que, em um eventual governo do senador, o crime organizado “vai dominar o Brasil”.Em publicação nas redes sociais, o PL afirmou que o Farmácia Popular continuará distribuindo medicamentos gratuitos e classificou as afirmações de Janja como “fake news”.Sobre a escala 6×1, Flávio de fato já se posicionou contra a proposta nos moldes atualmente discutidos no Senado, classificando a discussão co.

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