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paulojornalista@uol.com.br

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) tem recebido tratamento adequado na Papudinha, para onde foi transferido em janeiro deste ano. A informação consta em laudo médico feito pela Polícia Federal e diminui as chances do ex-mandatário ser transferido no curto prazo para uma prisão domiciliar.Preso desde novembro de 2025, Bolsonaro foi transferido para a Papudinha depois de reclamações por parte de aliados e familiares quanto às condições da sua cela na Superintendência da PF, onde estava sendo mantido originalmente.Segundo o documento da Polícia Federal, o ex-chefe do Executivo tem recebido dieta especial, controle da pressão arterial e realizado exames periódicos, como determinado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.Ao deci.

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) contestou nesta sexta-feira (6) o laudo da Polícia Federal enviado ao STF, que concluiu que ele está bem assistido no presídio da Papudinha, em Brasília, onde cumpre pena de 27 anos e 3 meses.A defesa destaca que os próprios peritos alertam para o risco de descompensação clínica súbita, com possibilidade de morte, além de novas quedas, caso não sejam adotadas medidas adequadas de assistência.Ainda segundo os advogados, o documento não afirma de forma expressa que Bolsonaro pode permanecer no atual local de custódia. O laudo, afirmam, apenas descarta a necessidade de internação hospitalar imediata, mas reconhece que o quadro clínico exige cuidados médicos rigorosos.O relatório da PF aponta também sinais.



A comentarista Rita Mundim, da CNN-Brasil, afirmou que o IBGE enfrenta uma crise de credibilidade após a exoneração de servidores ligados ao cálculo do Produto Interno Bruto (PIB). Durante análise, ela disse que técnicos teriam sido afastados em meio a preocupações sobre a independência do órgão e levantou suspeitas de pressões políticas sobre dados econômicos.Segundo Mundim, desde 2024 servidores já demonstravam preocupação com a condução técnica do IBGE, inclusive por meio de uma carta assinada por especialistas das contas nacionais e apoiada por ex-presidentes da instituição. A comentarista destacou que mudanças na equipe às vésperas da divulgação do PIB podem afetar a confiança nos números e na estabilidade das estatísticas brasileiras.Na avali.

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O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, determinou nesta tarde a suspensão de pagamentos de penduricalhos acima do teto do funcionalismo público nos três poderes no prazo de 60 dias. A decisão vale para penduricalhos criados sem haver uma lei específica sobre eles.Ministro deu 60 dias para os três poderes avaliarem quais verbas são realmente justificadas e suspender todas aquelas para as quais não existe lei específica. Decisão vale para as verbas indenizatórias, isto é, que devem servir para indenizar o servidor por alguma atividade específica feita a serviço, como uma viagem por exemplo. Na decisão ministro criticou profusão de verbas classificadas como indenizatórias mas que, na prática, estão servindo apenas para aumentar salários.

Congressistas, ministros e líderes da Câmara estiveram presentes em um churrasco promovido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na Granja do Torto nesta 4ª feira (4). O encontro com as autoridades foi articulado pela ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann.Encontro se dá na 1ª semana de volta dos trabalhos legislativos. O Planalto visa a avançar em pautas caras ao governo, como o fim da escala 6 X 1 e a regulamentação do trabalho por aplicativo. Quem participou:Fernando Haddad (ministro da Fazenda); Geraldo Alckmin (vice-presidente e ministro da Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços); Gleisi Hoffmann (ministra da Secretaria de Relações Institucionais); Rui Costa (ministro da Casa Ci.

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) entrou, nesta quarta-feira (4), com um novo pedido no Supremo Tribunal Federal (STF) solicitando a concessão de prisão domiciliar. O pedido foi encaminhado ao ministro Alexandre de Moraes e se baseia na alegação de piora do quadro clínico do ex-presidente enquanto está preso.Segundo os advogados, Bolsonaro apresentou nos últimos dias episódios eméticos — termo médico usado para vômitos — e uma crise de soluços considerada acentuada. A defesa afirma que a situação exige avaliação técnica imediata para analisar a necessidade de uma prisão domiciliar de caráter humanitário.No pedido, os representantes solicitam que a Superintendência da Polícia Federal seja intimada, com urgência, a juntar aos autos um lau.

O economista Luciano Lewandowski, irmão do ex-ministro do STF e ex-ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, fez um duro desabafo nas redes sociais ao criticar a atuação das autoridades brasileiras, especialmente do Judiciário. Em comentário publicado no LinkedIn, ele afirmou que, no Brasil atual, “não existe lei nem justiça”.A declaração foi feita em resposta a uma postagem do ex-diretor do Banco Central e investidor Luiz Fernando Figueiredo sobre o caso do Banco Master. No texto, Luciano atacou diretamente a atuação de ministros de tribunais superiores, afirmando que a jurisprudência foi “rasgada” e que cada autoridade decide “da maneira que quer”, sem respeito a prazos ou critérios iguais para todos.No comentário, ele afirma que processos de pes.

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