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A Justiça absolveu, por unanimidade, um lavrador acusado de tentar matar o próprio genro após descobrir que a filha era vítima de violência doméstica. A decisão encerrou um processo que se arrastava há dez anos e teve como base o entendimento de que o pai agiu para proteger a filha, que estava grávida na época dos fatos.O depoimento do Sr. Luiz, no qual ele narra com detalhes os questionamentos feitos ao genro e a confissão de que ele agredia a filha do lavrador chamou a atenção de todos. “Enquanto eu viver e souber que tu tá batendo na minha filha, nela você não bate mais”, contou Sr. Luiz ao explicar no Tribunal o que fez com o genro após descobrir as agressões praticadas pelo homem.O caso ocorreu em 2015, no município de Irecê, no interior da Ba.

Em uma carta divulgada nas redes sociais, Sarah Tinoco Araújo se pronunciou pela primeira vez após a morte dos filhos Miguel, de 12 anos, e Benício, de 8, ocorrida na última quinta-feira (11), na cidade de Itumbiara,Goiás. As crianças foram mortas pelo pai, Thales Naves Alves Machado, secretário de Governo do município, que tirou a própria vida em seguida, após descobrir traição da esposa.No texto, publicado em perfil fechado e repercutido por veículos de imprensa, Sarah lamenta a tragédia, pede perdão às famílias e afirma que nada pode justificar o crime. Ela descreve a perda como “a maior dor que uma mãe pode suportar” e destaca que os filhos eram inocentes e cheios de sonhos.“Perdi meus filhos, perdi minha família e uma parte de mim se foi para.



Representando a Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (FIEPB) e a Associação Nordeste Forte, o presidente Cassiano Pereira visitou, em Brasília, a Câmara dos Deputados, ocasião em que conversou com diversos parlamentares sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que propõe mudanças na jornada de trabalho, com o fim da “escala 6x1”. Uma das visitas foi ao gabinete do deputado paraibano Cabo Gilberto Silva, líder da oposição na Câmara.Durante o encontro, Cassiano Pereira apresentou ao parlamentar uma cartilha elaborada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), que alerta para a importância da manutenção do limite legal de 44 horas semanais de trabalho, bem como os possíveis impactos que uma mudança na legislação traria ao setor pro.

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O enterro de Miguel Araújo Machado, de 12 anos, morto pelo pai e neto do prefeito Dione Araújo (UB), foi marcado por forte comoção, em Itumbiara, região sul de Goiás, na quinta-feira (12). Os parentes e amigos se despediram do filho mais velho da família. O irmão de 8 anos, inicialmente também dado como morto, permanece internado no Hospital Estadual São Marcos.Miguel foi sepultado no Cemitério Avenida da Saudade. Ele foi velado na casa do avô. O adolescente chegou a ser levado para o hospital, mas não resistiu. O caso está sendo investigado pela delegacia do Grupo de Homicídios de Itumbiara (GIH).Thales Naves Alves Machado, de 40 anos, matou Miguel, feriu o filho caçula e se matou em seguida, na noite de quarta-feira (11). Ele era genro do prefeit.

O ministro André Mendonça é o novo relator do caso Master no Supremo Tribunal Federal após a saída de Dias Toffoli.A distribuição do caso foi enviada ao presidente da Côrte, Edson Fachin, após uma reunião entre os dez magistrados nesta quinta-feira (12).Participaram do sorteio todos os ministros, menos Toffoli e Fachin.Toffoli optou por deixar o caso, segundo nota emitida pelos magistrados, o que foi acolhido de forma unânime, de acordo com sua declaração após o encontro.Ele recebeu apoio dos pares, que citaram não caber suspeição no caso do então relator, como solicitado pela PF (Polícia Federal). Eles ainda dizem reconhecer "a plena validade dos atos praticados" por Toffoli dentro da ação."Expressam, neste ato, apoio pessoal ao Exmo. Min. Dias To.

O ministro Dias Toffoli deixou, nesta quinta-feira (12), a relatoria das investigações envolvendo o Banco Master no STF. A decisão foi tomada após reunião dos ministros da Côrte e ocorre no momento em que a Polícia Federal avança nas apurações do caso.Em nota oficial, o STF informou que o próprio Toffoli pediu a redistribuição do processo, alegando “altos interesses institucionais”. Com isso, o caso será encaminhado a outro ministro, embora os atos praticados até agora sigam válidos.No mesmo comunicado, os ministros afirmaram que não cabe arguição de suspeição contra Toffoli. Suspeição é um instrumento jurídico usado para questionar a imparcialidade de um juiz quando há indícios de vínculo ou interesse no processo. Segundo o STF, não há suspeição n.

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